Morre no Rio, aos 63 anos, o jornalista Jorge Bastos Moreno, colunista de 'O Globo'
Moreno tinha mais de 40 anos de carreira, grandes furos de reportagens e um Prêmio Esso. Velório deve começar a partir das 13h30 no Rio.
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| Morre o jornalista Jorge Bastos Moreno, aos 63 anos |
O jornalista Jorge Bastos Moreno, colunista do jornal "O Globo", morreu no inÃcio da madrugada desta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, aos 63 anos.
Moreno morreu à 1h, de edema agudo de pulmão decorrente de complicações cardiovasculares, conforme informou "O Globo". O corpo do jornalista será velado no cemitério São João Batista, em Botafogo, Zona Sul do Rio, a partir das 13h30.
A famÃlia ainda não decidiu se o corpo de Moreno será sepultado no Rio de Janeiro ou em Cuiabá, onde nasceu.
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| Foto Reprodução : O Globo |
- Um dos mais respeitados repórteres de polÃtica do Brasil, Moreno nasceu em Cuiabá (MT) e foi morar em BrasÃlia na década de 1970. Há 10 anos vivia no Rio.Moreno tinha mais de 40 anos de carreira. Trabalhou no jornal "O Globo" por cerca de 35 anos, onde chegou a dirigir a sucursal de BrasÃlia. Nas redes sociais, amigos e polÃticos lamentaram a morte do jornalista.
Furos de reportagens
O primeiro grande furo de reportagem de Moreno foi no “Jornal de BrasÃlia”: a nomeação do general João Figueiredo como sucessor do general Ernesto Geisel.Durante o impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992, quando a própria CPI do PC Farias procurava uma prova cabal que ligasse o presidente aos cheques de “fantasmas” que vinham do esquema PC, foi Moreno que revelou que um Fiat Elba de propriedade do presidente tinha sido comprado pelo “fantasma” José Carlos Bonfim. Uma informação que ainda não era do conhecimento nem do relator da CPI, deputado Benito Gama, nem de seu presidente Amir Lando. A manchete de "O Globo" selava o destino do presidente.



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